COVID-19 DEIXOU SEQUELAS? OS CUIDADOS QUE O PACIENTE DEVE TER MESMO APÓS SE ‘CURAR’

“Covid longa”, “covid persistente”, “covid-19 pós-aguda” ou a “síndrome pós-covid” são alguns nomes que vêm batizando um conjunto de resquícios da doença causada pelo novo coronavírus ou novos problemas de saúde que uma pessoa pode ter semanas ou meses depois da fase aguda da covid-19 — quando a replicação viral é mais ativa, resultando normalmente em testes positivos e sintomas típicos dessa fase, como febre e tosse seca.

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês, uma agência de saúde pública) definiu que prefere o termo “condições pós-covid”, que consistem em problemas de saúde manifestados a partir de quatro semanas após a primeira infecção.

Além dos frequentes sintomas de fundo neurológico e psíquico, os médicos alertam também para consequências graves da covid-19 no pulmão e coração.

Então, depois de lidar com a fase aguda, como uma pessoa pode monitorar as consequências da doença?

Quando a pessoa está se recuperando em casa, mas sente desconforto durante atividades diárias, sejam elas cotidianas ou práticas esportivas, quando percebe um cansaço desproporcional, é importante ser avaliada.

Paciente com sintomas respiratórios prolongados costuma passar por exames de imagem, como uma radiografia ou tomografia de tórax, por provas da função pulmonar, como a espirometria, e por uma avaliação do desempenho físico, como teste de esforço com caminhada.
Após a exclusão de complicações graves secundárias, poderá ser considerada a realização de exames simples como:
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